sexta-feira, 8 de janeiro de 2010





Desde a ultima postagem faz tempo.
Muita coisa aconteceu mesmo, e a maioria dessas coisas foram boas, mas pra falar a verdade não sei se teve algo ruim. Os dias começaram a ser compridos, as tardes mais quentes, começamos a nos falar mais e a depender mais um do outro.
Eu me sinto assim, como um lobo que canta pra lua, esperando que ela jamais se apague, que fique sempre cheia, pra iluminar os caminhos mais escuros.
Comparação tosca, mas não tenho muito o que dizer. Só me peguei um pouco triste pra dar contraste a tantos momentos felizes e bons do teu lado.
Minha Lua.
Um dia terei meus dias de volta pra dizer que te amo sem se preocupar com os que dizem não.

sábado, 31 de outubro de 2009


Com permisso ou sem permisso,

Por milonga apeio e canto,
Renasci de um campo santo

Aluimbrado por fogones...

E de gauchos simarrones

Tambem trago a rebeldia
Na sincera melodia

Devo ser um guarani

Que canta e que sente em si
Alma, campo e nostalgia...


Se a verdade galopeia

Noite a dentro, alma afora,

Feito Umbu que hoje escora

A linguagem dos fogones,

Solo gauchos simarrones

Que hermanaram rebeldia

Na sincera melodia

Que teimo em cantar aqui

É porque gaucho nasci,

Alma, campo e nostalgia...


Choro o triste do meu povo

Massacrado tempo adentro,

E busco a força dos ventos

Fechando os olhos pra o mundo.

Meu verso pampa fecundo

Tambem vem do campo santo,

E fez um dia meu pranto

Renascer cá na cidade,

Onde um cantor de verdade

Parou pra ouvir o meu canto.


Era o sabiá andarilho

Do céu de todos os meus,

Do ceu pintado por Deus

Para o olhar de quem sente.

Sabiá de canto dolente

Pousou pra ouvir o que tenho,

E sentiu porque mantenho

As precisoes de cantar.
Não me pessam pra parar

Quem não sabe de onde venho.


Há na verdade do homem
O olhar de quem o criou,

E pra quem nunca escutou

A singeleza dos ventos

Nenhum sabia céu adentro

Deve entender, yo lo creo.

Bueno, componho os arreio,

Por milonga me despesso

E quem não sabe o que peço

Vá descobrir de onde venho.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Entra sol e cai sereno, e a vida fica mais vida...






Por ela eu rondo cantando...
Por ela eu rondo cantando...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

... e por falar em verso?!

Além da Vida




Viajei ao futuro
E não me agüentei sem te beijar.
Vi os olhares, os sorrisos,
Uma palavra de meu dengo.
Um riso prendido
Um “eu te amo" com os olhares
Um “até breve” com um beijo na mão
Um “me espere” com uma lagrima!

Então me perguntei se viajei mesmo pra o futuro.
Outrora senti essas mesmas coisas
“Eu-te-amos”, “até-breves”, “me-esperes”,
Já foram olhados, beijados, lacrimejados.

E então, viajei ao passado.
E sem ponto de partida
Sem começo e sem final,
Me perdi sem saber,
Em qual parte, encaixamos o começo.

Talvez no “me espere” do Sul do Mundo,
Nos Tantos “ate-breves” após o primeiro beijo,
Ou ainda, no Eu te amo de um 10 de Maio.

Fechei os olhos, e vi quão próxima de mim estás tu!
Talvez num domingo possa sentir teu bailado junto o meu.
Tocar tua mão, mas não te beijar.
Que importa?!
EU TE AMO, mesmo!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A Vida Tem Disso



Vou ser breve!
Ainda querem me falar em identidade.
Eu sei dos meus conceitos, das minhas limitações, sei que muita gente por ai se acha igual a mim na maneira de pensar e agir, e fazer as coisas, mas graças a Deus eu não preciso agradar ninguem com o que eu faço, e nem faço nada pra faze media com alguem...
NUNCA VOU FAZER NADA PRA FAZER MEDIA COM NINGUEM OU SIMPLESMENTE PRA APARECER "NA MIDIA".
Hoje eu ouvi uma musica, dessas que concorrem nesses festivais por aí, que sinceramente, me deu vontade te dizer NÂO, PAREI!

Femic velho faz a cabeça de qualquer um, sorte que eu não sou qualquer um...
Não vou manchar meu nome pra dizer, EU FUI LÁ!
Eu já fui lá, e não vou mudar minha forma de pensar, não vou ser medíocre, não vou me rebaixar...
Prefiro ficar mudo à falar (cantar) porcaria só pra fazer politica!

Mediocres, é o que são!